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PERSONAGEM. Um dos maiores militares do Brasil, esquecido na rua em Belém




A desconhecida história de uma máquina de guerra. Um dos mais importantes militares brasileiros, soldado aos 14 anos, herói da Guerra do Paraguai aos 45, que a morrer teve o cortejo acompanhado por um imperador. Na casa onde nasceu, no bairro da Campina, em Belém, a velha abandonada placa em mármore, insiste em preservar uma memória esquecida. 

Hilário Maximiniano Antunes Gurjão nasceu em Belém em 21 de fevereiro de 1820. Já aos 14 anos, acompanhava o pai em lutas legalistas que ensanguentaram o Pará em 1834. Aos 16 anos estava na escuna "Bela Maria", bloqueio feito em 13 de maio contra os cabanos comandados por Eduardo Angelim. 


Aos 19 anos já era comandante das tropas na Fortaleza de São José de Macapá. Capitão aos 21 anos, tenente coronel aos 37, heroi na Guerra do Paraguai aos 45. Foi o primeiro paraense a chegar ao posto de general.

Ferido na Guerra, morre em 1869. e os restos mortais foi trazidos para o Arsenal de Marinha em Belém em urna por Sua Alteza Conde d'Eu, pelo Ministro da Guerra e por vários Generais. Sua Majestade o Imperador D. Pedro II, acompanhou à pé o préstito até ao arsenal de marinha.

Um estátua em sua homenagem foi inaugurada em 1882 no primitivo Largo do Palácio, Largo da Constituição, Praça da Independência, Parque Affonso Penna e hoje Praça D. Pedro II. 

Na rua que leva o seu nome, no bairro da Campina, em Belém, uma placa do Instituto Geográfico marca a casa onde nasceu o General. 

A placa desbotada, em uma casa abandonada passam despercebidas no dia a dia da cidade. Uma história que daria um grande filme épico.

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fontes: arquivo Belém Antiga/ http://www.monumentosdebelem.ufpa.br/wikipedia
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